domingo, 23 de setembro de 2018

Modismo, sim!

Nesta última semana, em virtude de uma reportagem no site da UFLA (com vídeo disponível no YouTube®), acabei tendo que comprovar a intolerância burra, cega e desonesta que impera entre nós atualmente.


A reportagem é fruto de uma pesquisa em que avaliamos as razões pelas quais um tutor adquire determinado cão de raça. Na reportagem em questão, selecionamos a raça Border Collie por apresentar uma amostragem maior (115 tutores foram entrevistados).

Em suma, na pesquisa foi apontada a tendência do tutor em seguir o padrão de outros tutores próximos ou de acordo com informações divulgadas na mídia. Assim, 92 tutores (80% da população entrevistada) deram respostas vagas, sugerindo fortemente o acompanhamento de outros comportamentos humanos.


As respostas mais comuns ao questionamento sobre a razão de se ter um Border Collie foram:

“Por ser muito disseminado entre a população”
“Por que todo mundo gosta da raça”
“Por que ele sempre aparece na mídia”
“Por ser uma raça muito inteligente”
“Por ser uma raça ágil e atlética”
“Por ser um companheiro ideal para crianças”
“Por ser muito alegre”

Reparem que as três respostas mais comuns não possuem uma indicação clara das qualidades ou características da raça, e sim suposições do tutor sobre o status do cão frente à sociedade humana.

Mesmo assim, recebi uma enxurrada de e-mails, “zaps” e telefonemas de criadores e tutores inconformados com estes dados.  Muitos disseram que eu estava difamando raças, em especial o Border Collie; outros insistiram que esta pesquisa foi mal conduzida ou mal formulada (imaginem: eles nem tiveram acesso à metodologia ou à forma de interpretação dos resultados!!!); por fim, poucos cidadãos (graças a Deus) foram mais agressivos e comentaram que os dados eram um desserviço à cinofilia.

Bom, é o que eu costumo falar com aqueles mais viris ou revoltados: “é o que se tem para o almoço; se quiser comer, mande brasa, caso contrário, morda a língua e fique com fome”.

Nunca executei pesquisas para agradar fulano, ciclano ou beltrano. Em psicologia é comum nos determos no que está incomodando o sujeito e que ele tanto reclama, pois é justamente aquele fato que ele mais pratica, é conivente ou incentiva ao seu redor. Logo, para aqueles que sentiram incomodados, busquem a razão da ciência e pensem sobre o assunto. Por mais “descabida” que a pesquisa possa parecer, será que não há um fundo de verdade em seus resultados finais?

O ego humano é muito grande para ao menos pensar sobre a afirmação que “tenho um cão de raça porque não posso ser ou não sou o que quero...”. Com isso, o objeto ao qual se transfere parte das angústias e frustrações, ao mesmo tempo em que se tenta eleva-lo à condição sobre-humana, é o cão de raça. Não concorda? Tudo bem, isto faz parte do comportamento humano e também é contestado por grandes estudiosos do assunto. Mas enquanto não se tem a real e verídica razão, ainda acredito nos resultados desta pesquisa.

O modismo se traduz como uma expressão passageira; não é sinônimo de tendência. Quando um criador diz que a tendência é ter um Border Collie, eu discordo, pois tendências se mantem. Se fosse assim, o Brasil seria um dos maiores criadores da raça em todo o mundo. E não é.


Quer saber os malefícios do modismo na aquisição de cães? Veja a reportagem e você entenderá. Ela pode ser acessada no link abaixo:


Em breve sairão as reportagens que foram feitas para as redes Record, EPVT e sistema TVU/Rádio Universitária. Eu coloco os links para vocês.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
SEMIOLOGIA (GMV116)
24/09/2018 = TURMAS A-B-C
Aula Teórica 28-29 (Sistema Linfático; Sistema Tegumentar), PV06, sala 28, 15h00 às 16h40.
Discussão do desafio da semana anterior: Edema Subcutâneo e Sinal de Godet (Cacifo).
Desafio da próxima semana: Otite Média e Andar em Círculo.
25/09/2018 = TURMA B
Aula Prática 30-32 (Contenção de PA; Mucosas Superficiais), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
26/09/2018 = TURMA C
Aula Prática 30-32 (Contenção de PA; Mucosas Superficiais), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
28/09/2018 = TURMA A
Aula Prática 30-32 (Contenção de PA; Mucosas Superficiais), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
CINOFILIA (GMV150)
27/09/2018 = TURMA A
Aula Teórica 02 (Histórico da Cinofilia), DMV01, 10h00 às 10h50.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Entendendo as Provas de Múltipla Escolha

Neste momento estou aplicando uma prova de múltipla escolha (PME) para uma turma de Semiologia e observando os discentes em sua execução. Logicamente cada um tem seu estilo e logística para desenvolver suas respostas, mas alguns conselhos são úteis ao se fazer tal tipo de avaliação. Vou listar aqueles que considero mais importantes:


(1) O primeiro passo antes de executar qualquer avaliação é ler as instruções contidas na mesma. Pode parecer banal, mas alguns discentes não seguem corretamente as instruções exigidas e podem ter suas questões anuladas (estilo de marcação de gabarito, cor de caneta, tempo de avaliação, etc.). Assim que terminar, forneça os dados de identificação pedidos (ou confira se os mesmos estão corretos se a PME for de um concurso, por exemplo) - seu nome, matrícula e data, por exemplo.

(2) Leia toda a prova antes de iniciar sua execução. Muitos acham que podem ficar nervosos com esta atitude, mas uma estratégia inicial pode ser montada a partir desta passada de olhos. Questões consideradas mais complexas já serão localizadas e uma escala de possível prioridade começa a ser montada neste momento.

(3) Outro ponto fundamental na leitura prévia de uma PME é a certificação de que toda a prova está correta, sem faltar páginas ou questões, ou mesmo com erros de impressão (manchas, ausência de tipos, etc.).

(4) Inicie a PME pelas questões que considera mais fácil (você já a identificou em uma das fases anteriores). É um erro crasso (e muitas vezes fatal) se o início for feito em ordem numérica crescente (como apresentado na PME), pois uma questão de maior complexidade e elaboração pode interromper seu raciocínio e demandar muito tempo para sua execução. Após terminar a questão, marque-a para que você a separe das demais e não precise retornar equivocadamente para a mesma questão. Algumas PMEs aplicadas em concursos públicos mais concorridos possuem uma “estratégia” de colocar questões mais complexas no início e final das provas, fazendo uma espécie de “seleção psicológica” de alguns candidatos mais incautos.


(5) Caso haja dúvida em alternativas de uma questão, lembre-se que por mais que você pense que não sabe a resposta, sempre haverá uma inclinação para alguma das alternativas. Neste caso, e se a resposta escolhida não tiver nenhum tipo de impedimento técnico, mantenha esta opção. A troca de resposta duvidosa em última hora (como na hora de preenchimento do gabarito) geralmente leva ao erro. É o inverso do ditado popular: “vá pelo coração, já que a razão está cega”.

(6) Muitas vezes a resposta de uma questão de PME está na própria prova. Não fique ansioso para responder a questão; caso não saiba a resposta, passe para as seguintes. Pode ocorrer de um assunto tratado em questões diferentes se refira ao mesmo tópico.

(7) Não pense que o responsável por elaborar a PME está preocupado com a sequência estética da disposição das respostas no gabarito (como equilibrar o número de letras entre si ou mesmo fazer um arranjo ordenado). Marque a sua alternativa no caderno de resposta e depois passe para o gabarito. Se a disposição estiver “esquisita”, não se preocupe: muitas PMEs são fruto de questões oriundas de bancos de dados e que não seguem, necessariamente, um padrão de resposta.

(7) O enunciado da questão é o ponto mais importante de uma PME. Leia com calma este questionamento. A interpretação superficial ou errônea leva ao erro, o que é muito comum na graduação atualmente. Lembre-se que o tempo é sempre suficiente para que todas as questões possam ser resolvidas com calma.

(8) É comum em PMEs a inclusão de alternativas chamadas “respostas óbvias equivocadas”. Geralmente estas alternativas são apresentadas logo no início (letras A ou B, por exemplo), induzindo àqueles que estão em dúvida a marca-las. Por isso é importante ler todas as alternativas apresentadas e confrontá-las entre si antes de responder definitivamente cada questão.

(9) Ao passar as respostas para a folha de gabaritos, vá com calma. Como a maioria das PMEs possui correção digital (por escaneamento), qualquer rasura ou erro de preenchimento levará à anulação da questão. Por isso passe, individualmente e em ordem numérica crescente, as respostas para o gabarito somente quando terminada a PME. Nunca preencha o gabarito sem ter terminado a avaliação (é uma das causas mais comuns de erro neste momento). E sempre leve em consideração a cor da caneta exigida (nunca lápis ou canetas de cores não padronizadas) e o tipo de preenchimento (preencher todo o espaço ou colocar “X” ou traços).


Bom, em postagens futuras vou colocar alguns exemplos práticos de questões em que os exemplos acima podem ser aplicados.

Em tempo: De uma olhada no link abaixo. Você verá mais seis dicas úteis na realização de PMEs.


PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
SEMIOLOGIA (GMV116)
17/09/2018 = TURMAS A-B-C
Aula Teórica 23-24 (Mucosas Aparentes. Sistema Linfático), PV06, sala 28, 15h00 às 16h40.
Discussão do desafio da semana anterior: Glomerulonefrite e Anemia.
Desafio da próxima semana: Edema Subcutâneo e Sinal de Godet (Cacifo).
18/09/2018 = TURMA B
Aula Prática 25-27 (Métodos Semiotécnicos. Contenção de PA), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
19/09/2018 = TURMA C
Aula Prática 25-27 (Métodos Semiotécnicos. Contenção de PA), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
21/09/2018 = TURMA A
Aula Prática 25-27 (Métodos Semiotécnicos. Contenção de PA), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
CINOFILIA (GMV150)
20/09/2018 = TURMA A
Aula Teórica 01 (Introdução à Cinofilia. Histórico da Cinofilia), DMV01, 10h00 às 10h50.

domingo, 9 de setembro de 2018

A Tal da Pegadinha...

É engraçada a fama que alguns docentes carregam devido ao tipo de prova que aplicam. Uma das que me imputam é que “recheio” as provas de “pegadinhas”!!!  Permitam-me divagar sobre este assunto no intuito de esclarecer alguns pontos que muitos ainda não perceberam (ou teimam em enxergar).


Uma prova de múltipla escolha (PME) é feita sempre com dois objetivos: reduzir os tempos de correção e divulgação de notas. Se alguém pensa que uma PME é feita para “estourar” uma turma, está completamente equivocado e não entende patavina deste assunto. Gente, uma PME possui sua resposta lá, está escrita... Não é como uma prova aberta (PA), em que o discente precisará achar a resposta na sua própria cabeça.

O que mais ouço de quem detesta PME é que na PA se pode aproveitar algo ou se tem maior liberdade de expressão. Calma lá... Qualquer docente iniciante sabe o que é a famosa “encheção de linguiça” (termo muito usado na linguagem vulgar, mas que não concorda com a transformação do verbo; o ideal seria utilizar a terminologia técnica de “preenchimento de embutido”). É típico de quem não sabe a resposta contornar o enunciado da questão, achando que algo será aproveitado. Ledo engano...


Para se ter uma ideia das avaliações teóricas de Semiologia, coloco, em média, 25 questões fechadas em cada uma delas. Como tenho (sempre considerando a média) em torno de 60 alunos por semestre, são 1.500 questões para serem corrigidas. Para a correção de uma PME, utilizo, inicialmente, um software de verificação de gabaritos, que me dá a resposta após leitura de um scanner, em torno de 10 segundos (!). Apenas digito o número de matrícula do discente e escaneio o gabarito. Pronto? Não, eu ainda faço a correção manual, pois erros podem acontecer na própria leitura digital (nunca acusei nenhum até agora, mas sou fã da frase do espanhol Miguel de Cervantes “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”). Também é comum (infelizmente) do discente não hachurar completamente o quadrado de resposta (ele coloca um “X” ou mesmo bolinhas): assim o scanner não reconhece. De qualquer forma, todo o processo de correção destas 1.500 questões leva (sempre na média) em torno de 90-120 minutos. Com isso, posso liberar as notas no mesmo dia ou, em caso de imprevistos, no máximo em 48 horas após a realização da mesma.

Sempre elaboro as PMEs da seguinte forma: 30% de questões fáceis, 40% de questões medianas e 30% de questões mais complexas. Como se faz esta separação? Basta avaliar o grau de acerto de cada questão de acordo com as turmas que passaram por ela. Assim, pode-se estabelecer um gradiente de dificuldade. Logicamente, como são pelo menos seis tipos de provas aplicadas no mesmo momento, há um grande banco de questões que são sorteadas para a confecção destas provas.

Com relação às chamadas “pegadinhas”, elas não existem na verdade. Todo o conteúdo das avaliações é dado em aula (com suporte bibliográfico de textos de apoio, slides de aula e capítulos do meu livro, disponíveis para todos no site http://semiologia.wix.com/cacavet). O que ocorre é justamente um reflexo das pesquisas do IDEB, que apontaram nesta última semana que 70% dos nossos estudantes não conseguem interpretar questões elementares! Isto mesmo; canso de responder perguntas que, se o discente ler com calma a questão, ele a entenderá. Mas a ansiedade e o nervosismo são tão grandes que o indivíduo não se organiza e tende a questionar antes de entender o que está sendo cobrado. Nem vou discutir a carga de ensino anterior à universidade, pois isto é outro assunto (apesar de muito correlacionado com os erros de interpretação).


Na próxima postagem colocarei alguns pontos que devem ser levados em consideração ao se fazer uma PME. Penso que vocês poderão treinar e aplicar estas sugestões para melhorar o rendimento nas avaliações. Até lá.

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
SEMIOLOGIA (GMV116)
10/09/2018 = TURMAS A-B-C
Aula Teórica 16-17 (Marcha do Exame Clínico), PV06, sala 28, 15h00 às 16h40.
Discussão do desafio da semana anterior: Alterações Prostáticas e Disúria.
Desafio da próxima semana: Glomerulonefrite e Anemia.
11/09/2018 = TURMA B
Aula Teórica 18-20 (Marcha do Exame Clínico), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
12/09/2018 = TURMA C
Aula Teórica 18-20 (Marcha do Exame Clínico), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.14/09/2018 = TURMA A
Aula Teórica 18-20 (Marcha do Exame Clínico), Sala DMV-22, 09h00 às 11h30.
15/09/2018 = TURMAS A-B-C
1a. Avaliação Teórica 21-22 (aulas 01 a 20), Sala DMV-01, 09h00 às 10h40.
CINOFILIA (GMV150)
20/09/2018 = TURMA A
Aula Teórica 01 (Introdução à Cinofilia. Histórico da Cinofilia), DMV01, 10h00 às 10h50.

sábado, 1 de setembro de 2018

Vocação, Opção e a Falta Delas (Parte 3)


Bom, vamos finalizar esta analogia.

Conhecendo a história fictícia e simplista dos irmãos cozinheiros, podemos ver a diferença entre VOCAÇÃO, OPÇÃO e a falta delas (OBRIGAÇÃO). João, Pedro e Antônio são exemplos característicos do que acontece com os jovens que adentram uma instituição de ensino superior todo ano no Brasil.


Mas porque estou me referindo a este assunto no blog? Ao analisar com calma os dados apresentados a mim em uma das Avaliações Discentes semestrais das minhas disciplinas de graduação, algo me chamou a atenção neste último ano: 100% dos que responderam a estas pesquisas (isto mesmo: todos) disseram ter escolhido o curso de Medicina Veterinária não por vocação, mas por opção! Será que realmente eles sabem diferenciar uma coisa da outra? Será que esta opção, se sincera, não produzirá sequelas no futuro? Será que nossos jovens ainda não têm maturidade suficiente para escolherem sua futura ocupação profissional?

Vocação é algo que não precisamos forçar, apenas sentir seu fluir. É o “tesão” condensado em atividade, fazendo com que o indivíduo não se canse frente às adversidades, transformando sua profissão em “hobby” e não em uma robotizada tarefa. É uma pena que somente aqueles que possuem vocação possam passar plenamente este sentimento.


Logicamente os motivos que levam uma pessoa a escolher uma coisa em detrimento de outras são diversos, que passam por motivos pessoais e se estendem à condição financeira (muito impactante por sinal). Não quero e nem tenho plena capacidade para discutir estes tópicos aqui, mas, em parte, me faz associar aqueles dados da enquete com o esforço individual dentro de sala de aula. Está certo que muitos outros elementos contribuem para o desinteresse do aluno nas aulas, como a habilidade do educador, o grau de dificuldade do conteúdo, a empatia entre educador/educando e a aplicabilidade do que é ensinado. Mas uma coisa é certa: sem vocação, o rendimento é afetado. Educadores com certa calosidade na caminhada sabem diferenciar estes tipos de discentes e precisam saber como agir com cada um deles.

Não pensem em nenhum tipo de preconceito aqui, mas apenas uma estratégia para que cada um possa ser impulsionado da melhor forma rumo ao conhecimento pleno. Quando observo reclamações, verifico que a maioria destas é oriunda de alunos que optaram pelo curso ou que apenas estão ocupando vagas. Não que eu as desconsidere, mas seu peso não tem o mesmo valor de suas maledicências contra tudo e todos. São apenas excrecências de revolta contra uma situação que eles próprios criaram e insistem em alimentar. Por isso devem ser avaliadas superficialmente, decantando-se toda e qualquer alíquota de maldade que as compõem.

Logicamente estes fatos também ocorrem com professores (e como!). Mas quanto a isto me dedicarei em postagens futuras, pois se trata de algo um pouco mais complexo (e preocupante).

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA
SEMIOLOGIA (GMV116)
03/09/2018 = TURMAS A-B-C
Aula Teórica 11-12 (Marcha do Exame Clínico), PV06, sala 28, 15h00 às 16h40.
Discussão do desafio da semana anterior: Piometra e Hipertermia.
Desafio da próxima semana: Alterações Prostáticas e Disúria.
04/08/2018 = TURMA B
Aula Prática 13-15 (Protocolos de Exames Clínicos), Sala de Semiologia, 09h00 às 11h30.
05/08/2018 = TURMA C
Aula Prática 13-15 (Protocolos de Exames Clínicos), Sala de Semiologia, 09h00 às 11h30.
07/08/2018 = TURMA A
Feriado - Independência do Brasil.
CINOFILIA (GMV150)
20/09/2018 = TURMA A
Aula Teórica 01 (Introdução à Cinofilia. Histórico da Cinofilia), DMV01, 10h00 às 10h50.